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ATO CELEBRA 65 ANOS DA PETROBRÁS E PROTESTA CONTRA SEU DESMONTE.

Petroleiros e entidades que lutam contra o desmonte da Petrobrás e a entrega do petróleo brasileiro para multinacionais, realizaram ato na porta do Edise, na quarta-feira (3), dia do aniversário de 65 anos da Petrobrás. O protesto também exigiu uma mudança na política de preços dos derivados. Mudar a lógica privatista e centrada na remuneração dos acionistas é transformar as estatais em indutoras do desenvolvimento nacional e voltadas para o benefício da população.

Pela manhã, aposentados realizaram um protesto na AMS, no saguão do Edise: “Em homenagem aos 65 anos da Petrobrás, o nosso grupo de aposentados realizou um ato no saguão contra os leilões e desmonte do sistema e o Plano de Equacionamento do Déficit da Petros, o PED. O RH da empresa, em uma atitude ditatorial, bloqueou os crachás dos petroleiros para acesso ao Edise, nos proibindo de usar o megafone e faixas. Resistimos e conseguimos fazer o ato” – conta Roberto Ribeiro, diretor do Sindipetro-RJ.

Já na frente da Petrobrás, com um bolo, os petroleiros representaram a retomada de nossas reservas, cobrindo de verde e amarelo as bandeiras dos países imperialistas, EUA e China, que hoje ficam com a maior fatia do Pré-Sal, graças aos seguidos governos neoliberais.

Eduardo Henrique, coordenador da FNP e diretor do Sindipetro- -RJ falou do orgulho da categoria sobre trabalhar na empresa e explicou o motivo do ato. “Hoje muitos colegas nas mídias, em suas respectivas redes sociais, lembraram o orgulho de trabalhar na Petrobrás. Infelizmente, neste momento, a empresa passa por um momento de desmonte e privatização, uma companhia que poderia ser o símbolo de desenvolvimento do Brasil. Há décadas a Petrobrás vem sendo atacada por sucessivos governos, sendo fruto da cobiça internacional e dos corruptos de plantão. Mas estamos aqui celebrando e defendendo a Petrobrás”.

Integrantes da base do edifício sede também realizaram uma roda de conversa em outro acesso do prédio, explicando a política de RH da empresa que está sendo aplicada a partir do PLAFORT com a implantação do PCR, que visa basicamente preparar o caminho para uma futura privatização. Na roda foi abordada a importância de construir e aprimorar o processo de luta e resistência contra o desmonte e o modelo de gestão da empresa.

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